terça-feira, 3 de junho de 2008

A dor da Alma

Ando pela rua;
Fria e escura;
Depresiva e calma;
A procura do alivio da alma;

A esperança se apaga;
Como velas ao vento;
Minha vida se estraga;
Com promessas e sem acontecimentos;

Corro sozinho;
Por um só caminho;
Ao lonje vejo um cazebre;
Um lugar triste e funebre;

Ocorre um silencio sepulcral;
Ao ver um enterro a frente;
E ao olhar o local;
lagrimas em mim escorrem profundamente;

Um ramo de rosas negras;
Se enconta em um caixão;
Ao ver o memoriado;
Caio ao chão;

Ali estou, sem alma;
Meu nome esclandesse na noite;
Meu coração se acalma;
Ao apanhar de um açoite;

Não sabia que o que procurava;
Em um lugar assim se encontrava;
No lado negro do meu coração;
Estou morto, pensamentos apagados em vão;

Lágrimas sangrentas;
Escorre em meu rosto de dor;
Pessoas sedentas;
Devoram minha carne sem amor;

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