quinta-feira, 21 de julho de 2011

Recife Rock Festival( Patrocinado pela prefeitura) Pátio são pedro das 20:00 hs ás 1:00 da madrugada. Tiveram bandas desconhecidas (Que foram uma bosta, a melhor foi a última)ingresso gratuito(tinha q ser), e rolou de tudo góticos, punk, skinheads, e os nada a ver com nada q era meu grupo!! Fora isso foi bom(se bem que era melhor estar em Harry Potter)mais enfim foi a melhor noite que tivemos(falsidade é uma virtude viu pessoal?) enchemos a cara de cachaça (lembrando eu não bebo)e depois de levar nossa amiga na parada de ônibus ficamos eu e mais três seres a madrugada toda esperando o maldito jardim atlântico( que raiva) chegar!! A companhia era maravilhosa mas enfim estávamos cansados e a possibilidade de fazermos algo era inesperado, bem depois de mofar três horas em um parada de ônibus mudamos para outra, e foi aí que tudo começou a mudar, chegou o ônibus de três sendo que eramos quatro, e decidimos esperar o JA pois levava na casa de todos sem exceção, sendo que quando chegou o ônibus que levava só essa pessoa ela nos abandonou na maior cara de pau e nos deixou com cara de taxo esperando outro ônibus,(ai que raiva Re...) pois chegou depois de mais meia horas o Jardim Atlântico(que ironia né??)pegamos ele ás 5:00 da manhã e cansados eu, meu brother e uma amiga fomos embora só tristes por nosso grupo estar incompleto, porém estávamos vivos, o que é mais importante né?!
E depois de chegar em casa e pisar na bosta do cachorro fui pro quarto escutar música de verdade e tomar uns porre(só lembrando eu não bebo) e foi isso galera meu maravilhoso sábado - domingo que tive espero que vcs compartilhem dizendo o sábado - domingo de vcs!! Só lembrando a Companhia era ótima!!
Até Mais!!!!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Doce Sonho

Esculto o sino por alto;
Estou em meu cemitério, sentado sobre o asfalto;
Ele é assustador para os humanos;
Para mim é só calmo e belo como rosas;

Sem encomodos;
Apenas eu e os tumulos brancos e sombrios;
Sem animo algum levanto-me;
Sentindo uma dor em meu peito;
Percebo que é o amor fugindo;
Comoum bom covarde que é;

Restando o maldito ódio;
Guardado por vários tempos;
até se tornar rancor;
e um rancor fatal q me corrói por dentro;
como vermes a um cadáver;

Não consigo fugir;
Deito-me ao chão, frio e desconfortável;
Junto aos mortos,no qual eu tanto venero;
Depois de argonizar de dor e solidão;
Acordo em meu quarto sombrio;
Vejo q tudo não passou de Sonho;
Longo, Sombrio, Estranho;
Mas um Doce Sonho;

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Amante da Escuridão

Sinto-me só, e isto é a prova de que não tenho sentimentos, é certeza de ser um moribundo desalmado, é resultado por ter amado alguém;
Amado algo que me desconhece amada o infortunio, que o mundo dos ilustres vivos me apresentou;
Estou morto por dentro, por te-la perdido por algo frio e sombrio;
Quem eis, que vem sorrateiro pela noite , roubar-me bens preciosos, quem sois vós que diz ser minha eterna amiga, se apenas eis uma mera cópia, de algo belo como rosas negras de meu sombrio jardim, tempetade que acalma meu frio coração, imitando minha escura paixão;
Vens para me ver dar o útimo suspiro de vida, tirar-me tudo de valioso, gosar até a útima gota de agonia de minh'alma?;
Não vedes que não ligo, não vedes que nem Álvares de Azevedo com sua eterna paixão e sabedoria , só durou meros 20 anos?;
Para que tu rebaixas a isto, ficar de platéia ao ver-me afogar em escuridão eterna, dar-me dor e tristeza, tirar-me o ar que as árvores com grandeza e beleza compartilha comigo?;
Deixe-me ver o rosto pálido e os seios fartos de minha mulher, no qual com frieza tiras-tes de mim;
E deixarei-me ser seu eterno amante;
Amante da Escuridão;

sexta-feira, 27 de junho de 2008



O CORVO
Edgar Allan Poe
Tradução em prosa por
Helder da Rocha

Numa sombria madrugada, enquanto eu meditava, fraco e cansado, sobre um estranho e curioso volume de folclore esquecido; enquanto cochilava, já quase dormindo, de repente ouvi um ruído. O som de alguém levemente batendo, batendo na porta do meu quarto. "Uma visita," disse a mim mesmo, "está batendo na porta do meu quarto - É só isto e nada mais."
Ah, que eu bem disso me lembro, foi no triste mês de dezembro, e que cada distinta brasa ao morrer, lançava sua alma sobre o chão. Eu ansiava pela manhã. Buscava encontrar nos livros, em vão, o fim da minha dor - dor pela ausente Leonor - pela donzela radiante e rara que chamam os anjos de Leonor - cujo nome aqui não se ouvirá nunca mais.
E o sedoso, triste e incerto sussurro de cada cortina púrpura me emocionava - me enchia de um terror fantástico que eu nunca havia antes sentido. E buscando atenuar as batidas do meu coração, eu só repetia: "É apenas uma visita que pede entrada na porta do meu quarto - Uma visita tardia pede entrada na porta do meu quarto; - É só isto, só isto, e nada mais."
Mas depois minha alma ficou mais forte, e não mais hesitando falei: "Senhor", disse, "ou Senhora, vos imploro sincero vosso perdão. Mas o fato é que eu dormia, quando tão gentilmente chegastes batendo; e tão suavemente chegastes batendo, batendo na porta do meu quarto, que eu não estava certo de vos ter ouvido". Depois, abri a porta do quarto. Nada. Só havia noite e nada mais.
Encarei as profundezas daquelas trevas, e permaneci pensando, temendo, duvidando, sonhando sonhos mortal algum ousara antes sonhar. Mas o silêncio era inquebrável, e a paz era imóvel e profunda; e a única palavra dita foi a palavra sussurrada, "Leonor!". Fui eu quem a disse, e um eco murmurou de volta a palavra "Leonor!". Somente isto e nada mais.
De volta, ao quarto me volvendo, toda minh'alma dentro de mim ardendo, outra vez ouvi uma batida um pouco mais forte que a anterior. "Certamente," disse eu, "certamente tem alguma coisa na minha janela! Vamos ver o que está nela, para resolver este mistério. Possa meu coração parar por um instante, para que este mistério eu possa explorar. Deve ser o vento e nada mais!"
Abri toda a janela. E então, com uma piscadela, lá entrou esvoaçante um nobre Corvo dos santos dias de tempos ancestrais. Não pediu nenhuma licença; por nenhum minuto parou ou ficou; mas com jeito de lorde ou dama, pousou sobre a porta do meu quarto. Sobre um busto de Palas empoleirou-se sobre a porta do meu quarto. Pousou, sentou, e nada mais.
Depois essa ave negra, seduzindo meu triste semblante, acabou por me fazer sorrir, pelo sério e severo decoro da expressão por ela mostrada. "Embora seja raspada e aparada a tua crista," disse eu, "tu, covarde não és nada. Ó velho e macabro Corvo vagando pela orla das trevas! Dize-me qual é teu nobre nome na orla das trevas infernais!".
E o Corvo disse: "Nunca mais."
Muito eu admirei esta ave infausta por ouvir um discurso tão atenta, apesar de sua resposta de pouco sentido, que pouca relevância sustenta. Pois não podemos deixar de concordar, que ser humano algum vivente, fora alguma vez abençoado com a vista de uma ave sobre a porta do seu quarto; ave ou besta sobre um busto esculpido, sobre a porta do seu quarto, tendo um nome como "Nunca mais."
Mas o corvo, sentado sozinho no busto plácido, disse apenas aquela única palavra, como se naquela única palavra sua alma se derramasse. Depois, ele nada mais falou, nem uma pena ele moveu, até que eu pouco mais que murmurei: "Outros amigos têm me deixado. Amanhã ele irá me deixar, como minhas esperanças têm me deixado."
Então a ave disse "Nunca mais."
Impressionado pelo silêncio quebrado por resposta tão precisa, "Sem dúvida," disse eu, "o que ele diz são só palavras que guardou; que aprendeu de algum dono infeliz perseguido pela Desgraça sem perdão. Ela o seguiu com pressa e com tanta pressa até que sua canção ganhou um refrão; até ecoar os lamentos da sua Esperança que tinha como refrão a frase melancólica 'Nunca - nunca mais.' "
Mas o Corvo ainda seduzia minha alma triste e me fazia sorrir. Logo uma cadeira acolchoada empurrei diante de ave, busto e porta. Depois, deitado sobre o veludo que afundava, eu me entreguei a interligar fantasia a fantasia, pensando no que esta agourenta ave de outrora, no que esta hostil, infausta, horrenda, sinistra e agourenta ave de outrora quis dizer, ao gritar, "Nunca mais."
Concentrado me sentei para isto adivinhar, mas sem uma sílaba expressar à ave cujos olhos ígneos no centro do meu peito estavam a queimar. Isto e mais eu sentei a especular, com minha cabeça descansada a reclinar, no roxo forro de veludo da cadeira que a luz da lâmpada contemplava, mas cujo roxo forro de veludo que a lâmpada estava a contemplar ela não iria mais apertar, ah, nunca mais!
Então, me pareceu o ar ficar mais denso, perfumado por invisível incensário, agitado por Serafim cujas pegadas ressoavam no chão macio. "Maldito," eu gritei, "teu Deus te guiou e por estes anjos te enviou. Descansa! Descansa e apaga o pesar de tuas memórias de Leonor. Bebe, oh bebe este bom nepenthes e esquece a minha perdida Leonor!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta!" disse eu, "coisa do mal! - profeta ainda, se ave ou diabo! - Tenhas sido enviado pelo Tentador, tenhas vindo com a tempestade; desolado porém indomável, nesta terra deserta encantado, neste lar pelo Horror assombrado, dize-me sincero, eu imploro. Há ou não - há ou não bálsamo em Gileade? - dize-me - dize-me, eu imploro!"

E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta!" disse eu, "coisa do mal! - profeta ainda, se ave ou diabo! Pelo Céu que sobre nós se inclina, pelo Deus que ambos adoramos, dize a esta alma de mágoa carregada que, antes do distante Éden, ela abraçará aquela santa donzela que os anjos chamam de Leonor; que abraçará aquela rara e radiante donzela que os anjos chamam Leonor."

E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Que essa palavra nos aparte, ave ou inimiga!" eu gritei, levantando - "Volta para a tua tempestade e para a orla das trevas infernais! Não deixa pena alguma como lembrança dessa mentira que tua alma aqui falou! Deixa minha solidão inteira! - sai já desse busto sobre minha porta! Tira teu bico do meu coração, e tira tua sombra da minha porta!"

E o Corvo disse: "Nunca mais."

E o Corvo, sem sequer se bulir, se senta imóvel, se senta ainda, sobre o pálido busto de Palas que há sobre a porta do meu quarto. E seus olhos têm toda a dor dos olhos de um demônio que sonha; e a luz da lâmpada que o ilumina, projeta a sua sombra sobre o chão. E minh'alma, daquela sombra que jaz a flutuar no chão, levantar-se-á - nunca mais!

© 1999, Helder da Rocha


terça-feira, 3 de junho de 2008

A dor da Alma

Ando pela rua;
Fria e escura;
Depresiva e calma;
A procura do alivio da alma;

A esperança se apaga;
Como velas ao vento;
Minha vida se estraga;
Com promessas e sem acontecimentos;

Corro sozinho;
Por um só caminho;
Ao lonje vejo um cazebre;
Um lugar triste e funebre;

Ocorre um silencio sepulcral;
Ao ver um enterro a frente;
E ao olhar o local;
lagrimas em mim escorrem profundamente;

Um ramo de rosas negras;
Se enconta em um caixão;
Ao ver o memoriado;
Caio ao chão;

Ali estou, sem alma;
Meu nome esclandesse na noite;
Meu coração se acalma;
Ao apanhar de um açoite;

Não sabia que o que procurava;
Em um lugar assim se encontrava;
No lado negro do meu coração;
Estou morto, pensamentos apagados em vão;

Lágrimas sangrentas;
Escorre em meu rosto de dor;
Pessoas sedentas;
Devoram minha carne sem amor;

segunda-feira, 26 de maio de 2008


†Lamentações†

Eu lamento por não amar você,eu lamento por não gostar de você, eu lamento não estar com você na hora de sua morte, beija-la era o q eu queria, toca-la era o que desejava, viver com tigo era sonho, estar agora com você é o que quero, esqueço tudo, lembro-me de você me beijando, lembro-me de teu rosto e seu belo corpo colado com o meu,vejo minha triste espada e peso em ti, vejo teu rosto em meus sonhos, sinto seu aroma ao tocar as rosas de seu triste jardin, bem ao lado de seu tumulo pego minha espada e sinto sua pele leve e delicada, por fim cravo-a em meu peito e sinto teu beijo, doce e frio!Encontar-te é o presente, beijar-te é o agora,ver-te em meus braços é o meu grande desejo,vendo meu sangue correr em seu tumulo me alegro em saber que em fim estaremos juntos, depois de alguns segundos, depois de todo sofrimento nosso amor renacerá com aminha morte, para ficar ao teu lado pra sempre, pois nem a morte nos separa!!